O Morro das Placas de Ouro
Por volta de 1820 um homem “teve uma visão” cujos detalhes dela é conhecido. O homem daquela visão considerou-se um profeta e em 1827 fundou uma religião que ainda perdura e em 2027 completará dois séculos de existência. Essa religião permitiu a poligamia até 1887 quando uma lei americana a proibiu. Muito mais difundida e praticada num dos Estados dos Estados Unidos, ela também foi exportada para o Brasil. Aqui, muitos prosélitos brasileiros aderiram a ela.
A história dessa “nova religião”
é contada num livro considerado como uma imitação da Bíblia.
Haja paciência para ler o livro, pois, mesmo entre seus adeptos, muitos
ainda não o leram. Se leram será que entenderam? Se entenderam,
será que acreditaram tudo como verdade? Se acreditaram, suas “verdades”
foram motivos para continuarem? No livro, muitas e muitas páginas foram
dedicadas à disputa entre dois irmãos cuja distensão por
causa de ideais diferentes separou-os, cada um sendo líder de seus simpatizantes
seguidores. Guerreando-se, promoveram muito jorrar de sangue, tudo em nome do
ideal religioso de suas preferências. No livro, o Deus de Israel é
chamado de “O Senhor dos Exércitos”. Em nome dele, eram permitidas
invasões, saques e destruições, isso tudo, entendido literalmente,
certo?
Um dos irmãos da história, através de visões, cerca
de seiscentos anos antes de Cristo, já sabia que no quarto século
depois da vinda Dele, alguns livros seriam retirados da Bíblia. Foi motivo
para chamar de “a grande prostituta da terra”, a primeira igreja
do cristianismo antes mesmo dela existir.
Essa disputa por preponderância religiosa, já
tinha tido início na época de Martin Lutero com o protestantismo
contra o catolicismo e vice-versa. Documentados, os detalhes dessa história
são conhecidos e como nossas religiões são importadas,
quando aqui implantadas, já possuem em seu bojo suas características
para serem disseminadas e repetidas. Voltando ao livro, o considerado uma imitação
da Bíblia, mais no final dele, a adoração por Jesus é
igual à de outras facções cristãs. Também
é bom lembrar que os fatos narrados no livro foram retirados dos escritos
inseridos em placas de ouro, encontradas num morro próximo à cidade
de New York, sendo o local indicado por um anjo quando da visão tida
por aquele “profeta” daquela religião fundada em 1827.
Contudo, quem tem interesse ou curiosidade por saber mais sobre o assunto aqui
sucintamente exposto, pode procurar na Internet pelo nome “mórmon”
onde ele é exaustivamente explicado. Democraticamente, os prós
e os contras estão disponíveis. Sempre é bom tentar conhecer
ou pesquisar antes, tudo o que surge para provocar o nosso interesse.