A Psique Humana – Parte 7
Ás vezes, quando pensamos em alguém de nosso relacionamento mais constante, logo a campainha do telefone dispara. É o alguém em quem pensamos. Pensamos em telefonar para alguém, e nos antecedendo ele telefona primeiro. Coincidência?
Não é tão incomum a imagem de uma pessoa aparecer na nossa mente para depois logo a seguir termos a notícia de que ela morreu. Isso nos leva a pensar: “que coincidência, depois de muito tempo, hoje mesmo estive pensando nela e agora fiquei sabendo que ela morreu”. Porém, não damos importância a esse pensamento.
A imagem de algo que ainda não queremos e não estamos precisando, vez ou outra perpassa pela nossa mente. O tempo passa e nos vemos precisando daquilo que não estávamos precisando e querendo aquilo que não queríamos. Também, mentalizamos algo que nos seja útil e posteriormente na sua real precisão o algo “coincidentemente” chega até nós de um modo inesperado e surpreendente.
Dá pra desconfiar que temos ou recebemos por dentro
uma voz inaudível ou uma visão psíquica antecedente a algum
fato que irá acontecer. Se fôssemos mais atentos e habituados a
perceber esses momentos insólitos de antecedência a fatos, reforçaríamos
mais a incidência deles. Se mais permitíssemos que nosso eu interior
(eu subconsciente) se comunicasse com o eu exterior (eu consciente), nosso viver
deixaria de ser tão material como atualmente é. Seríamos
mais completos em discernimento para enfrentarmos com maior lucidez as circunstâncias
que se apresentam. Nosso lado espiritual despertado para a nossa compreensão
da existência dele, se posicionará ao lado do nosso existir material
procurando interferir para impedir erros ou enganos nas nossas condutas do cotidiano.
Somos mais tranqüilos no “eu e ele ou ele e eu somos um”, material
e espiritualmente vivendo.