A Psique Humana – Parte 12
Temos assim o ser humano aprimorado com as mudanças sucessivas na sua existência, provocada nele pelo tempo percorrido por ela, dentre as adaptações que foram sendo necessárias para seu viver conciliável com as novas condições de existência que foram surgindo, cada vez mais complexas. O ser humano convive com as transformações das energias da natureza que lhe são conhecidas, aplicando-as como aprendeu e como pode, nas invenções e instrumentações físicas, tendo em vista ampliar os seus insuficientes recursos de intervenção, modificação, estruturação e multiplicação no e do seu mundo material.
Entretanto, o ser humano também convive ladeado, transpassado por energias (vibrações) de tão altas freqüências que seus sentidos não acusam. Despercebido delas, se por elas bem ou mal é afetado ou não, ele apenas pode desconfiar.A energia transmutada da alimentação para manter sua saúde, independente dele executa suas funções sem ele se preocupar com a existência dela. Indiferente e depreciador de suas energias interiores, como, também das externas cujas propagações lhes são ignoradas, assim é o homem se ignorando em seu habitat. Melhor assim do que viver iludido com as hipóteses absurdas sobre essas energias, como, poder controlá-las e adquirir um “poder sobrenatural” com elas.
Se em sua vida o homem mais se preocupasse com o expandir de
sua consciência, as realidades sobre a VIDA, paulatinamente poderiam ser-lhes
reveladas com verdades e valores sempre concomitantes com o nível em
expansão da sua consciência. Deixaria de conviver com as superstições
promulgadas e tornadas próprias desse seu nível atual de consciência
aprisionado por tradições inverídicas.A VIDA manifesta
em nossa vida nunca é estática. Sendo-nos desconhecida em seus
propósitos e atribuições, independente de nossa percepção
ou aprovação, prossegue em suas transformações lentas
e ininterruptas como desde o princípio de quando das bactérias
ou microrganismos, nos transformou em seres humanos “conscientes”
como agora somos.